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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Social

Social media is the social interaction among people in which they create, share or exchange information and ideas in virtual communities and networks.[1] Andreas Kaplan and Michael Haenlein define social media as "a group of Internet-based applications that build on the ideological and technological foundations of Web 2.0, and that allow the creation and exchange of user-generated content."[2] Furthermore, social media depend on mobile and web-based technologies to create highly interactive platforms through which individuals and communities share, co-create, discuss, and modify user-generated content. They introduce substantial and pervasive changes to communication between organizations, communities, and individuals.[3]
Diagram depicting the many different types of social media
Social media differ from traditional or industrial media in many ways, including quality,[4] reach, frequency, usability, immediacy, and permanence.[5] There are many effects that stem from internet usage. According to Nielsen, internet users continue to spend more time with social media sites than any other type of site. At the same time, the total time spent on social media in the U.S. across PC and mobile devices increased by 37 percent to 121 billion minutes in July 2012 compared to 88 billion minutes in July 2011.[6] For content contributors, the benefits of participating in social media have gone beyond simply social sharing to building reputation and bringing in career opportunities and monetary income, as discussed in Tang, Gu, and Whinston (2012).[7]
Geocities, created in 1994, was one of the first social media sites. The concept was for users to create their own websites, characterized by one of six "cities" that were known for certain characteristics.[8]

Trabalho

A partir desta quinta-feira (12), o Brasil e Curitiba recebem os jogos da Copa do Mundo FIFA 2014, atraindo um grande volume de turistas em todo o território nacional. Diante deste cenário e com o objetivo de garantir a preservação dos direitos das crianças e adolescentes, a Fundação de Ação Social (FAS) inicia uma série de ações preventivas e de enfrentamento às formas de violência contra crianças e adolescentes.
Em Curitiba, o palco da Fan Fest – evento cultural e de exibição das partidas da Copa – será a Pedreira Paulo Leminski, e a abordagem das equipes dos Centros de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), começam já na abertura do mundial.
De acordo com a presidente da FAS, Marcia Oleskovicz Fruet, além de uma equipe de abordagem que ficará dentro da Pedreira, servidores da FAS também farão blitze educativas com a distribuição de materiais informativos sobre trabalho infantil e a exploração sexual contra crianças e adolescentes. “Nosso país recebe o maior evento esportivo do mundo e além de incentivar o nosso time dentro de campo, temos que dar o exemplo na proteção das nossas crianças e adolescentes. Todos fazem parte deste time e a atenção é fundamental. Não vamos fechar os olhos. É preciso denunciar”, alerta.
As ações começaram a ser preparadas no ano passado, uma vez que a FAS integra o Comitê Local de Proteção à Criança e ao Adolescente no contexto dos Megaeventos. Nesse sentido, todos os órgãos que compõem o comitê vão atuar em um plantão integrado que vai funcionar no Liceu de Ofícios do Pilarzinho. “Vamos concentrar neste local as denúncias e todo o encaminhamento dos casos. O liceu também vai funcionar como espaço de proteção para crianças e adolescentes encontradas em situação de risco, até que os casos sejam analisados”, detalha a superintendente de planejamento da FAS, Jucimeri Silveira.
Caso seja constatada a necessidade de acolhimento temporário desses jovens, a FAS também se preparou para a abertura de vagas emergenciais em suas unidades de acolhimento de crianças e adolescentes.
Além das ações previstas no entorno da Arena da Baixada e Fan Fest, os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) estarão em alerta máximo nos dias de jogos em Curitiba. Nestes dias, as regionais da cidade vão promover  atividades para crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos.
Desde o início do ano, as equipes de abordagem participam de cursos de capacitação e de sensibilização para o tema e, além disso, Curitiba lançou regionalmente a campanha “Não Desvie o Olhar”, com a participação de grandes nomes do futebol brasileiro e que reforça a importância da denúncia em casos onde exista a suspeita de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Como denunciar
No final de maio, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que torna crime hediondo a exploração sexual ou favorecimento à prostituição de crianças, adolescentes e vulneráveis. Com isso, o infrator não terá direito a fiança, indulto ou perdão da pena. “Mesmo com a legislação, o Brasil é o segundo país no ranking de exploração sexual de crianças e adolescentes. Isso é grave e por isso a participação da sociedade nas denúncias é muito importante”, disse a presidente da FAS, Marcia Fruet.
Para denunciar, a população pode utilizar o Disque 100 e também a Central de Atendimento da Prefeitura de Curitiba através do 156. Quem preferir pode baixar no celular o aplicativo “Proteja Brasil”, onde a partir da localização do usuário, o programa indica os telefones e endereços de órgãos responsáveis pela infância e adolescência.

O Comitê Organizador Local (COL) do Brasil 2014, o Ministério dos Esportes e as 12 cidades-sede se uniram para incluir participantes do Começar de Novo na construção dos estádios para a Copa.
O projeto do Conselho Nacional de Justiça começou em 2009 e vem oferecendo uma alternativa para reintegrar ex-detentos à sociedade, com oportunidades de treinagem e empregos remunerados.
Em Cuiabá, uma das cidades que servirão de sede para a Copa da FIFA, os projetistas do estádio da cidade aliaram a essa ação a iniciativa Ação Integrada, retirando 25 pessoas da situação de escravidão. Hoje, eles têm treinamentos profissionais, salário e acomodação no local de trabalho.
Além de estarem sendo construídos por pessoas da própria comunidade – e quem melhor para nos representar do que nós mesmos – os estádios também estão servindo de alavanca para a carreira de pessoas que precisam de uma segunda oportunidade para a vida.

Work sociable

Trabalho social

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Segundo o Comité Executivo da IFSW (2000) a profissão de trabalho social promove a mudança da socialiedade, a resolução de problemas das relações humanas e promove a capacidade e aptidão das pessoas de forma a terem o seu bem-estar. Utilizando teorias de comportamento humano e sistemas sociais, o trabalho social intervém nos pontos onde as pessoas interagem com os seus ambientes. Neste âmbito, o respeito pelos direitos humanos e de justiça social são fundamentais para o trabalho social. O desempenho do trabalhador social encontra-se intimamente relacionado com a necessidade de resolução dos problemas sociais. Neste contexto, o Trabalho Social tende a lançar o seu foco de intervenção sobre os problemas das pessoas dentro do seu contexto ambiental, equacionando intervenções sistémicas e ecológicas. Isto, porque os indivíduos são influenciados pelas forças e fraquezas de tudo o que orbita em seu torno: família, local de trabalho, grupos de referência, entre outros…

Valores[editar | editar código-fonte]

O trabalho social desenvolveu-se no âmbito dos ideais humanitários e democráticos, assentando no respeito pela igualdadeunicidade e dignidade da pessoa humana. A sua intervenção consiste, sobretudo, no desenvolvimento de capacidades individuais, coletivas e sociais aos níveis cognitivo, relacional e organizativo, encarando o indivíduo sob diferentes epistemas.

Objetivos do Trabalho Social[editar | editar código-fonte]

A expansão das ciências sociais e o crescente esbatimento das fronteiras, já se tem, entre as áreas científicas, obrigam à redefinição do perfil do profissional de Trabalho Social. Neste sentido, importa reflectir os propósitos fundamentais da intervenção do trabalho social, condicionados pelos seguintes objectivos : . Facilitar a inclusão de grupos sociais excluídos, marginalizados, vulneráveis ou em risco; . Promover o bem-estar e solucionar problemas, intervindo com indivíduos, famílias, grupos e comunidades; • Desencadear dinâmicas que levem à participação das populações na defesa e dinamização de melhores condições sociais; • Trabalhar com as pessoas na formulação, implementação e defesa de políticas coerentes com os princípios éticos da profissão, • Defender com e para as pessoas, mudanças nos condicionalismos estruturais relacionados com a exclusão e marginalidade social, • Desencadear procedimentos de protecção de pessoas, que pela sua condição ou situação de risco, não estão capazes de o fazer por si próprias.
Os objectivos do trabalho social pretendem induzir mudanças positivas no funcionamento psicológico e social dos indivíduos, nas suas famílias, grupos e ambientes de forma a diminuir as vulnerabilidades existentes e a providenciar oportunidades para a existência de uma vida social mais satisfatória. A sua intervenção, como defende Solomon (1976), baseia-se “[n]um processo no qual as pessoas que pertencem a uma categoria social estigmatizada […] podem ser ajudadas a desenvolver e promover as suas capacidades/habilidades no exercício de influências interpessoais e na performance (desempenho) de papeis sociais apreciados” [cit. por Northen, 1994, p. 10].

Profissão

Os trabalhadores sociais intervêem nos seguintes setores: Segurança Social e Protecção Social (Centros Distritais de Solidariedade e Segurança Social e Instituições Particulares de Solidariedade Social), Trabalho e Desemprego (Centros de Emprego e Centros de Formação Profissional), Saúde (Centros Hospitalares, Centros de Saúde e Instituições de Saúde Mental), Educação e Estabelecimentos de Ensino (Escolas Primárias, Preparatórias e Secundárias), Autarquias Locais (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), Justiça e Reinserção Social (Estabelecimentos Prisionais e Instituto de Reinserção Social), em departamentos de recursos humanos de empresas e outras organizações ou comissões locais. As actividades desenvolvidas por estes profissionais passam pelo determinar das necessidades e problemas sociais, emocionais e económicos das pessoas, providenciando serviços de acordo com a especificidade dessas necessidades; desenvolver recursos, programas e políticas sociais, de forma a satisfazer as necessidades da comunidade; promover programas sociais e serviços de saúde através da pesquisa e do encorajamento das comunidades e organizações para se tornarem responsáveis pela identificação das suas necessidades bem como dos auxílios que podem prestar à sociedade humana; ajudar as pessoas a promover o seu funcionamento social e/ou pessoal através da disponibilização de serviços inexistentes ou do encaminhamento para serviços já em funcionamento; coordenar e trabalhar com organizações governamentais ou não-governamentais, privadas, cívicas, religiosas, empresariais e/ou comerciais para combater problemas sociais através da consciencialização e da aplicação de programas que dêem resposta aos referidos problemas; investigar, planear e desenvolver programas e políticas sociais e de saúde.